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Mais uma vez, o tempo dá razão a Anderson Rosa, que antecipou disputa histórica entre Lula e Flávio Bolsonaro

Mesmo diante de ataques, analista sustentou que não era possível apontar um vencedor e defendeu avaliação baseada em dados, independentemente de preferências políticas

Mais uma vez, o tempo deu razão a Anderson Rosa. Conhecido por suas análises eleitorais precisas e pelo histórico de acertos em Sergipe, ele já vinha alertando que o segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) seria um dos mais acirrados desde a redemocratização. Uma avaliação que não partiu de preferências políticas, mas de números, levantamentos e argumentos que sustentaram suas análises ao longo da disputa.

Para chegar a essa conclusão, Anderson levou em consideração não apenas as pesquisas divulgadas pelos institutos, mas também os trackings eleitorais e levantamentos internos das campanhas, que permitiam acompanhar as movimentações do eleitorado.

Na véspera da eleição, mesmo diante de pesquisas que apontavam vantagem numérica para Flávio Bolsonaro, ele sustentou que não havia elementos suficientes para cravar quem venceria a disputa.

Como já se tornou recorrente, suas análises também foram alvo de ataques. Ainda assim, Anderson manteve seu posicionamento, defendendo que uma avaliação eleitoral precisa estar acima de preferências partidárias ou da vontade pessoal de quem analisa. Não por acaso, uma de suas frases mais conhecidas é justamente: “Contra dados, não há argumentos”.

O cenário de forte equilíbrio que marcou a disputa presidencial deste domingo, 25, reforçou a avaliação que Anderson vinha apresentando. E no final, Lula foi reeleito de virada, com um feito inédito indo para seu quarto mandato como presidente.