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Bússola da política sergipana, Realce novamente acertou e teve análises sobre Senado totalmente confirmadas nas urnas

Durante toda a corrida pelo Senado, a Realce manteve uma linha de análise baseada no cenário que se desenhava nas pesquisas, nos bastidores e na própria conjuntura política. Foi o primeiro veículo a apontar que Rogério Carvalho (PT) chegava com vantagem na disputa e reunia os principais trunfos para conquistar a reeleição, enquanto a segunda vaga permanecia como uma das maiores incógnitas do pleito. E esse cenário foi totalmente confirmado pelas urnas no último domingo, 4.

Ao longo da campanha, a revista destacou repetidamente que Rogério era o único nome do campo progressista com chances reais de vitória e carregava fatores que o colocavam em posição privilegiada: a força da militância, o apoio direto do presidente Lula e as entregas do seu mandato. Entre elas, mais de R$ 2 bilhões em recursos destinados a Sergipe, além da participação em articulações para destravar investimentos históricos, como a Adutora do Leite e a segunda ponte entre Aracaju e Barra dos Coqueiros, e sem esquecer do retorno da Petrobras.

Enquanto a situação de Rogério aparecia mais consolidada, a Realce também apontou que a grande disputa estava na segunda cadeira, principalmente entre nomes mais identificados com a direita e o centro-direita.

Nas últimas análises, a revista chamou atenção justamente para o equilíbrio entre Alessandro Vieira (MDB), André David (Republicanos) e André Moura (União Brasil). Mais uma vez, foi exatamente o que aconteceu: Alessandro conquistou a segunda vaga com 399.775 votos, contra 378.710 de André David e 377.669 de André Moura.