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Delegada Katarina reage à postura vitimista de Valmir, defende a polícia e chama versão sobre os R$ 240 mil de “narrativa de bandido”

A tentativa de Valmir de Francisquinho (Republicanos) de se colocar como alvo de perseguição política no caso dos R$ 240 mil apreendidos em Aracaju provocou uma reação pesada da deputada federal e delegada Katarina Feitoza (PSD). Incomodada com a insinuação de que a Polícia Civil teria agido para atingi-lo por ele ser o pré-candidato do grupo de Emília Corrêa, a parlamentar partiu para o confronto e acusou o ex-prefeito de recorrer a uma velha e conveniente postura de vitimização.

Sem rodeios, Katarina disse que a fala de Valmir lembra o comportamento de quem tenta inverter o foco da investigação e desacreditar a polícia para fugir do centro do problema.

Para ela, ao sugerir que o dinheiro teria sido “plantado” ou que a operação teria motivação política, o ex-prefeito embarca numa “narrativa de bandido”, usada justamente para lançar suspeita sobre a atuação policial quando os fatos apertam.

A deputada também subiu o tom em defesa da corporação e afirmou que Valmir precisa “lavar a boca para falar da polícia” sergipana. A declaração foi dada no momento em que o caso da apreensão dos R$ 240 mil segue produzindo estragos na gestão da capital e reforçando a pressão por explicações sobre a origem do dinheiro e os vínculos do então servidor com a estrutura da administração municipal.