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Notinhas da política sergipana

2026 já começou nos bastidores

Quem ainda acha cedo para falar de eleição claramente não está frequentando os corredores certos. As conversas de 2026 já estão mais adiantadas do que muita gente imagina, com articulações acontecendo longe dos holofotes, mas bem alinhadas.

Mitidieri confortável, mas atento

O governador Fábio Mitidieri (PSD) segue em posição confortável no jogo político, mas sem cair na tentação da zona de conforto. A ordem no núcleo duro é clara: gestão forte agora, política afinada depois, sem misturar os tempos.

Senado é onde mora a confusão

Se o Governo parece organizado, o Senado segue como o território da dúvida. Muitos nomes, muitos projetos e poucos consensos. Até agora, mais gente querendo sentar do que cadeira disponível. No entanto, dois nomes, até o momento, nutrem vantagem pelo voto enviesado: Rogério Carvalho (PT) e Rodrigo Valadares (UB).

Laércio articula em silêncio

O senador Laércio Oliveira (PP) mantém seu estilo discreto, mas ativo. Conversa pouco em público e muito em reservado. Quem subestima esse método costuma lembrar tarde demais do resultado, como já ocorreu em 2022.

Levi cresce no radar

O vereador Levi Oliveira já deixou de ser apenas uma aposta futura. Nos bastidores, passou a ser tratado como projeto real, com construção antecipada e atenção especial do partido.

Oposição ainda procurando o tom

A oposição segue tentando encontrar uma narrativa que una discurso e prática. Até agora, há mais vontade de disputar do que capacidade de organizar um projeto competitivo.

Valmir continua sendo fantasma eleitoral

Mesmo fora do jogo formal, Valmir de Francisquinho segue presente nas conversas políticas. É aquele nome que ninguém esquece, mesmo quando finge que esqueceu. Resta saber se existe qualquer chance do prefeito chegar perto daquele fenômeno que foi em 2022 depois de tantas falhas políticas e derrotas judiciais.

Interior segue sendo decisivo

Mais uma vez, prefeitos do interior aparecem como peças-chave na formação das chapas. Em Sergipe, quem ignora o interior costuma terminar a eleição fazendo contas que não fecham.

Deputados federais já em modo sobrevivência

Quem tem mandato em Brasília já entendeu que 2026 não será simples. A disputa promete ser uma das mais duras dos últimos anos, com menos espaço e mais candidatos competitivos. Os únicos nomes que possuem unanimidade dos analista política que devem estar eleitos são Yandra Moura (UB), Fábio Reis (PSD) e Cláudio Mitidieri (PSB).

Câmara de Aracaju como vitrine

Alguns vereadores da capital estão usando bem o mandato como vitrine política. Outros confundem visibilidade com barulho. Nem sempre é a mesma coisa. E, para citar nomes, escolhemos Elber Batalha (PSB). Mas, calma aí, esse tem conseguindo conciliar um barulho profissional e atuação elogiosa na CMA.

Habitação vira ativo político

Programas habitacionais começam a ganhar peso não só social, mas eleitoral. Onde tem obra, tem discurso. Onde tem entrega, tem capital político.

Edvaldo tenta reorganizar o tabuleiro

O ex-prefeito de Aracaju busca reposicionamento após deixar o comando da capital. Ainda há capital político, mas o tempo agora trabalha contra.

Partidos médios querem protagonismo

Siglas que antes orbitavam grandes projetos agora querem cabeça de chapa. O problema é que vontade não substitui estrutura, nem voto.

Calendário eleitoral já aperta

Mesmo sem propaganda oficial, a legislação já começa a impor limites. Tem gente descobrindo agora que o “pré” também tem regra, e não são poucas.

Resumo da ópera

A política sergipana entrou oficialmente no modo pré-2026. Quem se organiza agora chega forte. Quem deixa para depois, geralmente vira nota de rodapé, ou piada de bastidor.

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